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Papiro-brasileiro
(Cyperus giganteus) -
planta perene e anual
da família das Cyperaceae
, Angiospermae originária do Brasil. Engana-se quem acredita que este é o papiro utilizado pelos egípcios. Na verdade esta planta é brasileira e muito parecida com o Cyperus papyrus, o papiro verdadeiro. É uma excelente planta palustre, isto é, adapta-se e cria um efeito excelente na beira de laguinhos, fontes e espelhos d'água. Ela é formada por hastes longas com uma cabeleira de folhas finas na ponta.Devem ser cultivadas a pleno sol, sempre na beira d'água, em solo composto de terra de jardim e terra vegetal. Tolerante ao frio.
Papiro
(Cyperus papyrus ; Cyperaceae) - é uma planta aquática da mesma família da tiririca (Cyperus rotundus), que é a planta daninha mais difundida do mundo, é considerada sagrada e fartamente encontrada no delta do Nilo. Era utilizada principalmente na produção de papel no Egito antigo. O talo do papiro pode atingir até 6 metros de comprimento. A flor da planta, composta de finas hastes verdes, lembra os raios do sol e é exatamente por ter esta analogia com o sol, divindade máxima desse povo, que o papiro era considerado sagrado. O miolo do talo era transformado em papiros e a casca, bem resistente depois de seca, utilizada na confecção de cestos, camas e até barcos.
Capim-cidreira
(Kyllinga odorata, Cyperus sesquiflorus ou Kyllinga sesquiflora) – planta perene da família das ciperáceas, densamente cespitosa (em moita), com rizomas e colmo. As folhas, lisas ou pregueadas, são de cor verde-clara. As inflorescências são do tipo espiga. É uma planta nativa do Brasil, do Pará até ao Rio Grande do Sul, existindo noutros locais do Globo, desde a Ásia até à América do Norte. Os compostos do seu óleo essencial são semelhantes aos da erva-cidreira e tem, por isso, aplicações medicinais semelhantes. É também conhecida pelos nomes de capim-barata, capim-cheiroso, capim-de-cheiro, capim-jaçapé, capim-santo e jacapé.
Costela-de-adão
(Monstera deliciosa) - é uma trepadeira da família das aráceas. Possui folhas grandes, cordiformes, penatífidas e perfuradas, com longos pecíolos, flores aromáticas, em espadice comestível, branco-creme, com espata verde, e bagas amarelo-claras. A espécie é nativa do México e é mundialmente cultivada como ornamental pelas belas e peculiares folhas, com segmentos que lembram costelas. Também é conhecida pelos nomes de bambu-do-brejo, banana-de-macaco, banana-do-brejo e banana-do-mato.
Orelha-de-elefante
(Xanthosoma) - plantas da família das Araceae caracterizado por produzir folhas peltadas, algumas espécies caracterizadas pelas suas grandes dimensões. Algumas espécies do género são cultivadas nas regiões tropicais pelos seus cormos comestíveis, a mais conhecida das quais é o mangará (Xanthosoma sagittifolium L.).
Elódea
ou elódea-comum (Elodea canadensis) - é uma planta aquática perene muito utilizada em aquariofilia. São plantas espontâneas na América do Norte mas têm sido introduzidas em outros locais do mundo onde tem invadido os cursos de água, com alguns custos ambientais. Preferem habitats aquáticos com fundos lamacentos, calcáreos e ricos em nutrientes, mas adaptam-se facilmente a uma grande diversidade de ambientes. Mesmo sem raíz, as partes desenraizadas mantêm-se vivas por longo tempo, podendo-se reproduzir assexuadamente. A aparência dos vários exemplares desta espécie pode variar bastante, em termos de tamanho e densidade da folhagem, dependendo das condições ambientais, como, por exemplo, a quantidade de luz. Com caules longos, finos e ramificados e com folhas enroladas em seu torno. É semelhante às espécies Elodea densa (ou elódea brasileira) e à hydrilla, distinguindo-se destas pelas suas folhas, que aparecem agrupadas três a três, enquanto que nas outras espécies, as folhas aparecem em grupos mais numerosos. A planta fica praticamente submersa na totalidade, à excepção das suas flores, raras, que ficam a flutuar na superfície, ligadas aos caules por pedúnculos frágeis. As flores são brancas e têm três pétalas e, geralmente, três sépalas. As flores masculinas e as flores femininas nascem de plantas diferentes, mas as primeiras aparecem em muito menor número. As flores masculinas têm nove estames, com três, centrais, a partilharem o filete. Forma um fruto com forma de cápsula. A carência de flores masculinas leva, contudo, a que a propagação de sementes seja muito rara. O seu comprimento é 2 a 5 vezes maior que a largura. A extremidade das folhas é constituída por uma ponta estreita e relativamente dura. As raízes nascem em pequenos tufos fibrosos ao longo do caule.
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