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Palmeira de betel
(Areca catechu) -
palmeira da Ásia e África oriental cuja semente - a noz de betel, noz de Areca ou pinang - é muito consumida nessas regiões como estimulante, é uma espécie de palmeira encontrada em alguns países de clima tropical da Oceania e alguns países do leste da África. Sua noz é bastante conhecida para uso medicinal. Esta palmeira, também conhecida por areca, pode crescer até vinte metros e tem folhas com um metro de comprimento, estando especialmente difundida na Ásia e na África oriental. Mascar a semente desta espécie vegetal faz parte de muitas culturas asiáticas sendo que as técnicas de preparação variam de região para região. A ilha Penang recebeu este nome por causa da pinang.
Palmeira areca-bambu
(Dypsis lutescens) –
palmeira de
o
corrência natural em Madagascar. Altura máxima do caule em torno de 12 m. Seus caules múltiplos formam touceiras com brotação intensa no base. Os frutos são ovalados, de cor amarelada, sendo abundantemente produzidos durante os meses de verão. Suas sementes são exportados para vários países. Espécie de grande efeito decorativo, muito utilizada em parques, praças e canteiros centrais, isolado ou em grupos.
Palmeira imperial-de-cuba
(Roystonea regia) –
palmeira de
o
corrência naturalem Cuba, Guiania e Panamá. Altura máxima em torno de 15 m. Seus frutos arredondados são pequenos e arroxeados. Apresenta caule lixo, com dilatações irregulares e palmito volumoso no topo, escondido pelas folhas recurvadas. Adequada para uso em parques e praças.
Tamareira-de-jardim
(Phoenix roebelenii) - palmeira deo
corrência natural na Índia. Altura máxima do caule em torno de 4 m. Suas folhas numerosas e eretas ficam recurvadas com a idade. Tem frutificação abundante durante o verão, com frutos pequenos, ovalados e de coloração violeta a negra quando maduros. Quando nova é muito utilizada em vasos e já adulta pode ser empregada em parques e jardins.
Palmeira real
(Roystonea oleracea) - palmeira deo
corrência natural nas Antilhas e Venezuela. Altura máxima do caule em torno de 30 m. Possui caule liso, espesso, esbranquicado, sem dilatações, com palmito exposto no topo. Espécie introduzido no Brasil no início do século XIX. Apresenta grande efeito paisagístico pela exuberância de seu porte, podendo ser utilizado isoladamente ou em fileiras em amplas áreas.
Palmeira licuala
(Licuala amplifrons) - palmeira deo
corrência natural em Sumatra. Altura máxima do caule em torno de 3 m. Seus frutos são arredondados, com polpa suculenta, de coloração vermelha quando maduros. A imponência de suas folhas amplas, de margens denteadas, proporciona à espécie uma excepcional característica ornamental, podendo ser cultivada em vasos, canteiros e parques. É indicada para regiões litorâneas chuvosas, de solo rico.
Palmeira latânia
(Latania loddigesii) - palmeira deo
corrência natural nas Ilhas Mascarenas. Altura máxima do caule em torno de 10 m. Suas folhas são em forma de leque, com tonalidade azulada, mais acentuada quando a pleno sol. Os frutos são numerosos, marrom-esverdeados, ovalados e de polpa mole, com produção intensa durante o verão. Adequado para vasos quando jovem e parques quando adulta, podendo ser cultivada isoladamente, em grupos ou fileiras.
Buriti
(
Mauritia flexuosa) -
uma palmeira muito alta, nativa de Trinidad e Tobago e do Norte da América do Sul da família das palmáceas, de folhas geralmente penatífidas e flabeliformes, coletadas para coberturas de casas rústicas e especialmente para extração de fibras, utilizada em inúmeras obras trançadas; bem como se referir ao fruto e às fibras dessa planta. Ela possui estipe geralmente flexuoso, drupas de 3 a5 cm, revestidas de escamas triangulares castanho-avermelhadas, e polpa amarela, doce e, como a semente, muito oleaginosa. Fornece palmito saboroso, fécula e madeira, sendo que dos frutos extrai-se óleo comestível, também utilizado para amaciar e envernizar couro, e do estipe e das inflorescências imaturas faz-se refresco e, após fermentação, o vinho de buriti. Também é conhecida pelos nomes de buriti-do-brejo, carandá-guaçu, carandaí-guaçu, coqueiro-buriti, itá, palmeira-dos-brejos.É encontrada principalmente nos Estados brasileiros do Pará, Bahia, Ceará, Distrito federal, Tocantins, Minas Gerais, Roraima, Amazonas e Mato Grosso. Para o seu desenvolvimento é essencial um solo ácido e grande quantidade de água. As folhas, que apresentam formato de leque, são feitas redes, coberturas de tetos e cordas, atrávés das fibras.
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