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Cravina, Cravo, Crino, Dedaleira, Estrela-do-egito

Cravina ( Dianthus chinensis) – planta perene anual, da família das Caryophyllaceae , Angiospermae originária da Ásia e Europa . Vedete dos jardins sulinos, a cravina é uma miniatura de cravo. De flores simples de coloração branca, rosa ou vermelha, com tonlidades e mesclas destas cores. Utilizada em maciços e bordaduras, cria um belo efeito campestre. Devem ser cultivadas a pleno sol, em solo fértil composto de terra de jardim e terra vegetal, drenável. Exige ainda regas regulares e reforma anual dos canteiros. Aprecia o clima frio.

 

Cravo (Dianthus caryophyllus) – planta perene anual da familia das Caryophyllaceae, Angiospermae originária da Europa . Muito citado na literatura, esta flor tem um significado especial; representando o homem nos romances, enquanto a mulher é representada pela rosa. Antiquíssima, tem flores dobradas com as bordas recortadas, disponível nas cores branca, rosa, vermelha e amarela, com diversas tonalidades e mesclas. Tem grande importância como flor de corte, mas há muitas variedades para o jardim. Pode compor belos maciços e bordaduras. Como outras plantas melhoradas, o cravo tem um uma versão perene e uma anual. Devem ser cultivados a pleno sol ou meia-sombra, em solo fértil composto de terra de jardim e terra vegetal, drenável. Exige ainda regas regulares.

Crino (Crinum x powellii) – planta perene da família das Amaryllidaceae, Angiospermae originária da África do Sul. Florescendo quase todo ano, o crino pode ter flores brancas e róseas. As flores são como açucenas e as folhas são largas e suculentas. Perfeito para a formação de maciços a pleno sol, o criono precisa apenas de regas regulares e adubos orgânicos para ficar sempre viçoso. A multiplicação desta planta é através da divisão dos bulbos e replantio. Seu substrato deve conter boa quantidade de matéria orgânica. Tolera o frio e a umidade.

 

Dedaleira, digitalina, erva-dedal, abeloura, erva-albiloura, digital (Digitalis purpúrea) – planta perene da família das Scrophulariaceae, Angiospermae originária da Europa. A dedaleira pode ser cultivada como medicinal, por encerrar digitalina, e também como ornamental. Suas folhas e flores são usadas na medicina popular por possuir propriedades Cardiotônicas, para o tratamento de insuficiência cardíaca e arritimias. As folhas são rugosas, em roseta e com nervuras elevadas na face inferior, que é mais clara. A inflorescência é bastante longa e composta de flores em formato de dedal, podendo ser róseas, roxas ou brancas, com pintas na parte interna, de acordo com a variedade. Se impedida de terminar o ciclo através do corte da inflorescência murcha, retorna a florescer. Sua utilização medicinal deve ser muito criteriosa pois é uma planta muito tóxica em doses altas e se administrada a pessoas que não necessitam de seus efeitos. Excelente para bordaduras e maciços, jardineiras e vasos. Devem ser cultivadas sempre em pleno sol, em solos férteis e enriquecidos com matéria orgânica. Floresce na primavera e verão. Indicada para regiões de altitude e clima ameno. Multiplica-se por sementes e por divisão da planta. Requer reformas bienais dos canteiros.

 

Estrela-do-egito, pentas, show-de-estrelas, cacho-de-estrelas, silena (Pentas lanceolata) – planta perene da família dasRubiaceae, Angiospermae originária da África, apresenta folhagem e florescimento muito ornamentais. As folhas se dispoem aos pares ao longo do caule piloso. As flores em forma de estrelas, já sofreram intenso melhoramento genético o que permitiu uma ampla variedade de cores e combinações entre o rosa, o vermelho, o branco e o lilás. Podem ser plantadas em vasos, jardineiras, ou em maciços e bordaduras. Atrai muitos beija-flores e borboletas durante seu florescimento. Devem ser cultivadas em solo fértil, previamente preparado com adubos químicos ou orgânicos, sempre a pleno sol. É bastante rústica, no entanto exige regas periódicas. Tolerante ao frio. Requer reformas bianuais dos canteiros, nos climas mais rigorosos. Multiplica-se por sementes e estacas.

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